Policial militar baleado durante assalto em Criciúma está vivo, mas estado é gravíssimo, diz PM

Jeferson Luiz Esmeraldino tem 32 anos e trabalha desde 2016 no 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma

Por Oeste Mais

01/12/2020 17h29 - Atualizado em 01/12/2020 17h29



Jeferson Luiz Esmeraldino tem 32 anos (Foto: Arquivo pessoal)

O policial militar Jeferson Luiz Esmeraldino, de 32 anos, segue internado em estado gravíssimo após o assalto praticado no município de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, entre o final da noite de segunda-feira e início da madrugada desta terça-feira.

 

A morte dele chegou a ser informada por alguns veículos de imprensa, mas desmentida pelo comando-geral da Polícia Militar de Santa Catarina. A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) chegou a fazer um minuto de silêncio durante a sessão desta terça-feira.

 

O soldado está internado na UTI do Hospital São João, em estado gravíssimo, depois de passar por três cirurgias. Ainda de acordo com a Polícia Militar, Jeferson perdeu muito sangue. O soldado trabalha desde 2016 no 9º Batalhão de Polícia Militar de Criciúma.

 

Além do policial, um vigilante foi ferido durante o tiroteio. Não há informação sobre o estado de saúde dele.

 

Maior assalto da história de SC

 

O ataque ao Banco do Brasil está sendo considerado o maior assalto da história de Canta Catarina. Incêndios, vias da cidade bloqueadas, dinheiro espalhado pelas ruas e reféns como escudos foram alguns dos atos registrados durante a ação praticada por cerca de 30 pessoas encapuzadas, que durou quase duas horas.

 

Os bandidos fugiram, deixando uma parte do dinheiro espalhada pelas ruas da cidade. Quatro pessoas chegaram a ser presas por pegarem mais de 800 mil reais em cédulas. O valor que os ladrões conseguiram levar não foi confirmado pelas autoridades. O Banco do Brasil também informou que não divulga valores levados em crimes.

 

Ainda na fuga, os criminosos deixaram 30 quilos de explosivos para trás. O total de artefatos utilizado pela quadrilha não foi informado pela polícia, que encontrou dez carros usados no assalto abandonados em um milharal de uma propriedade privada em Nova Veneza, a noroeste de Criciúma. As buscas pelos criminosos continuam.


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