A dois dias do fim do prazo, Mais Médicos tem 314 vagas com desistências

Vagas continuam abertas mesmo após o governo federal receber 35.121 inscrições

Por Oeste Mais

06/12/2018 10:18 - Atualizado em 06/12/2018 10:18


A dois dias do fim do prazo, 314 vagas voltam a ficar disponíveis para preenchimento no programa Mais Médicos, de acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira, dia 5.

 

Os cargos estão disponíveis em todos as regiões do país e, segundo o edital, o prazo para participar termina às 23h50 desta sexta-feira, dia 7.

 

Essas vagas seguem remanescentes mesmo após o governo federal receber 35.121 inscrições, segundo o balanço. No total, mais de 8,5 mil vagas estão abertas. Com as desistências, o número de vagas ainda a serem ocupadas sobe para 415.

 

Números do Mais Médicos

 

O 16º ciclo de inscrição de médicos foi aberto pelo Ministério da Saúde em 21 de novembro, uma semana após Cuba anunciar que deixaria o programa.

 

No total, 8.517 vagas foram abertas, mas, até as 18 horas desta quarta, apenas 3.647 dos inscritos já haviam se apresentado ou iniciado o trabalho. Esses profissionais têm até o dia 14 de dezembro para confirmar o interesse.

 

Na última terça-feira, dia 4, 200 profissionais desistiram de trabalhar no Mais Médicos e as vagas foram reabertas.

 

Vagas onde houve desistência (por UF)

 

Alagoas: 3 vagas

Amazonas: 3 vagas

Amapá: 5 vagas

Bahia: 24 vagas

Ceará: 11 vagas

Distrito Federal: 1 vaga

Espírito Santo: 2 vagas

Goiás: 7 vagas

Maranhão: 15 vagas

Minas Gerais: 26 vagas

Mato Grosso do Sul: 5 vagas

Mato Grosso: 4 vagas

Pará: 27 vagas

Paraíba: 8 vagas

Pernambuco: 2 vagas

Piauí: 14 vagas

Paraná: 19 vagas

Rio de Janeiro: 2 vagas

Rondônia: 21 vagas

Roraima: 2 vagas

Rio Grande do Sul: 49 vagas

Santa Catarina: 19 vagas

Sergipe: 4 vagas

São Paulo: 41 vagas

Tocantins: 1 vaga

 

Quem pode participar?

 

Segundo as regras do edital, pode se inscrever qualquer profissional médico formado em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado no Brasil.

Com informações do G1


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