Quarta dose da vacina contra Covid-19 é liberada para maiores de 40 anos

Ministério da Saúde pede à população que tome todas as doses da vacina

Por Redação Oeste Mais

20/06/2022 16h23 - Atualizado em 20/06/2022 16h23



O Ministério da Saúde liberou a segunda dose de reforço (ou quarta dose) para as pessoas que têm a partir de 40 anos de idade. De acordo com a pasta, cerca de 8,79 milhões de pessoas desta faixa etária e que receberam a terceira dose a mais de quatro meses podem retornar aos postos de vacinação a partir desta segunda-feira, dia 20.

 

A recomendação é que estes indivíduos sejam imunizados com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 120 milhões de pessoas aptas a tomar a segunda dose ou a dose de reforço das vacinas ainda não retornaram aos postos e seguem desprotegidas contra as manifestações graves da doença.

 

“Os estudos demonstram o efeito protetor que as vacinas têm nos casos de complicação, de agravamento por Covid-19. Eles mostram que, independentemente do intervalo etário, as vacinas protegem de uma evolução mais grave da doença. Por isso, o Ministério da Saúde está convocando a população apta a tomar a segunda dose ou as doses de reforço a procurarem um posto de vacinação para termos uma população mais protegida”, diz o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros.

 

No início do ano, quando o país enfrentava a primeira onda da variante Ômicron, o Ministério da Saúde constatou que pessoas não vacinadas estavam entre seis e nove vezes mais suscetíveis, de acordo com a faixa etária, a desenvolver manifestações graves da doença na comparação com pessoas imunizadas.

 

"Em todas as faixas etárias temos um perfil muito parecido entre vacinados e não vacinados. Os vacinados [com ao menos duas doses de um imunizante] tiveram muito menos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave [SRAG] em relação aos não vacinados, o que demonstra claramente um efeito protetor das vacinas”, reforça a diretora do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis, Cássia Rangel.

Com informações da Agência Brasil


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