Ministro da Saúde fala sobre nova variante Ômicron

Governo avalia medidas de precaução para entrada de estrangeiros

Por Redação Oeste Mais

28/11/2021 17h23 - Atualizado em 28/11/2021 17h23



O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reafirmou neste domingo, dia 28, que a principal arma contra a Covid-19 é a vacinação. Pela manhã, o ministro realizou uma transmissão ao vivo nas redes sociais durante reunião de trabalho sobre a variante Ômicron do novo coronavírus.

 

De acordo com Queiroga, o cenário epidemiológico no Brasil é de maior tranquilidade em função da campanha de vacinação. Até o momento, foram distribuídas aos estados 372 milhões de doses, sendo que 308 milhões já foram aplicadas na população. “A principal arma que nós temos para enfrentar essas situações é a nossa campanha de imunização”, afirmou.

 

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, as medidas de proteção contra a Covid-19 devem ser mantidas. “É extremamente importante que mantenhamos foco na campanha de vacinação e que mantenhamos as medidas chamadas não farmacológicas [uso de máscaras], evitarmos aglomerações públicas, higienização das mãos, álcool em gel e etiqueta respiratória”, disse.

 

Na semana passada, o surgimento de uma variante do novo coronavírus foi confirmado em regiões da África. Batizada de Ômicron - letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a  nova cepa foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, no início de novembro.

 

No Brasil, ainda não foi registrado nenhum caso da Ômicron. Por medida de precaução, a partir desta segunda-feira, dia 29, o governo federal decidiu restringir e entrada de passageiros oriundos da África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue, Eswatini, Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia.


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