Mais 153,8 mil doses de vacina contra Covid-19 chegam para SC

São 85.410 do laboratório Pfizer e 68.400 doses do laboratório Sinovac/Butantan

Por Redação Oeste Mais

18/06/2021 11h13 - Atualizado em 18/06/2021 11h13



Novas doses chegaram nesta sexta-feira (Foto Ricardo Wolffenbuttel/Secom)

Santa Catarina recebeu na manhã desta sexta-feira, dia 18, duas novas remessas de doses da vacina contra a Covid-19. São 85.410 do laboratório Pfizer e 68.400 do laboratório Sinovac/Butantan. Ao todo são 153.810 novas doses. Com mais esses dois lotes, o estado já recebeu um total de 3.825.750 doses desde o início da Campanha de Vacinação contra a Covid-19.

 

Como de costume, as doses que chegaram na manhã desta sexta foram encaminhadas para a Central Estadual de Rede de Frio, em São José, para organização da logística de distribuição para as 17 Unidades Descentralizadas de Vigilância Epidemiológica (UDVEs) das Regionais de Saúde de Santa Catarina. A distribuição começa ainda nesta sexta-feira.

 

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“Mantemos nosso compromisso de distribuir em até 24 horas para os municípios. Assim, todos podem acessar essas doses e conseguimos avançar com a imunização dessa doença tão cruel e que tem trazido tanto sofrimento. Em breve teremos mais remessas e mantemos nosso calendário", afirmou o secertário de Saúde, André Motta Ribeiro.

 

Ele reforçou ainda a importância de que as pessoas fiquem atentas às datas da segunda dose, que é fundamental para garantir a imunização completa contra a Covid-19. As vacinas recebidas nesta sexta serão utilizadas para dar continuidade à vacinação da população dos grupos prioritários e também para avançar na vacinação da população por faixa etária.

 

Escolha de vacina

 

“Temos recebido muitos relatos de pessoas que estão escolhendo qual vacina querem tomar”, disse o diretor da Dive/SC, João Augusto Brancher Fuck. “Essa escolha atrasa o andamento da campanha de vacinação e faz com que pessoas que já poderiam estar imunizadas ainda estejam desprotegidas. A gente reforça que todas as vacinas aplicadas no estado são seguras e eficazes. Então, não há motivos para escolhas”, assinalou.


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