Estudo revela que pequenos recipientes são os principais criadouros do Aedes aegypti em SC

Eles representam 38,2% dos recipientes inspecionados que tinham água acumulada

Por Redação Oeste Mais

08/05/2020 08h44 - Atualizado em 08/05/2020 08h44





O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) realizado nos meses de março e abril deste ano revelou que os pequenos recipientes, como pratinhos de plantas e baldes, são os principais potenciais criadouros do mosquito transmissor da dengue no estado.

 

Eles representam 38,2% dos recipientes inspecionados que tinham água acumulada, o que os torna potenciais criadouros para reprodução do Aedes aegypti. Depois deles, vêm o lixo e a sucata (30,7%) e os recipientes fixos (15,8%), como calhas e piscinas.

 

No total, foram inspecionados 63.620 depósitos em todo o estado. Os dados completos do LIRAa foram divulgados nesta quinta-feira, dia 7, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A atividade é realizada duas vezes ao ano pelos municípios considerados infestados pelo mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.

 

Dessa vez, participaram 97 municípios. O LIRAa permite a identificação de áreas com maior ocorrência de focos, bem como dos criadouros predominantes, indicando o risco de transmissão das três doenças.


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