MPSC instaura procedimentos para combater Aedes aegypti em 24 municípios

Cidades do Oeste estão na lista das que tiveram medidas adotadas pelo Ministério Público de Santa Catarina

Por Oeste Mais

13/04/2016 15h25 - Atualizado em 17/04/2020 14h39



A presença Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e zika vírus, não para de crescer em Santa Catarina. Diante da situação, o Ministério Público está agindo em todas as regiões, de forma judicial e extrajudicial, para cobrar da comunidade e do poder público medidas de controle para evitar a proliferação do mosquito.

 

Apenas neste ano já foram contabilizados 25 procedimentos instaurados, quatro a mais do que todo o ano de 2015. Só no primeiro trimestre de 2016, 21 inquéritos civis estão sendo acompanhados para averiguar situações de risco e proliferação do mosquito.

 

A maioria deles envolve ferros-velhos (sete casos), seguido por borracharias e floriculturas. Ambientes públicos, construções em andamento e estabelecimentos comerciais também estão na relação de inquéritos que vêm sendo apurados.

 

A cidade com maior número de inquéritos civis até agora é São José, na Grande Florianópolis. Ainda fazem parte da lista de cidades com ações judiciais Jaraguá do Sul, Corupá, Indaial, São Carlos, Itajaí, Cunhataí, Coronel Freitas, Águas de Chapecó, Papanduva, Maravilha, Presidente Nereu, Criciúma, Xanxerê, Içara, Itapoá, Paulo Lopes, Nova Itaberaba, Serra Alta, Laurentino, Barra Velha, Fraiburgo, São Domingos e Florianópolis.


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