Vargeão recolhe cerca de duas toneladas de lixo em combate ao Aedes aegypti

Vigilância Epidemiológica do município conclui primeira semana de visitas às residências

Por Oeste Mais

11/03/2016 16h21 - Atualizado em 17/04/2020 14h39



Lixo foi recolhido em trabalho de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti (Fotos: Divulgação)

Um trabalho conjunto entre as equipes do Departamento Municipal de Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária e agentes comunitários da Secretária de Saúde de Vargeão foi realizado em todas as residências e estabelecimentos comerciais do perímetro urbano da cidade. O objetivo foi fiscalizar a limpeza dos lotes e auxiliar no combate ao mosquito Aedes aegypti.

 

De acordo com a enfermeira da Unidade de Saúde de Vargeão, Sônia Maria Bonan, coordenadora da equipe da Vigilância Epidemiológica, o resultado das ações realizadas nas residências surtiu efeito positivo em todos os aspectos, tanto para os proprietários quanto para a equipe.

 

Segundo ela, foram recolhidas aproximadamente duas toneladas de lixo em toda a cidade. Sônia falou sobre a consciência dos moradores e os cuidados que estão tomando em casa. “Foi muito lixo encontrado e recolhido por onde passamos, mas o importante de tudo é a conscientização das pessoas. Todas estão preocupadas, fazendo a sua parte, mas ainda precisamos ir mais além, precisamos dar o máximo de nós para podermos deixar o mosquito bem longe daqui”, salientou.

 

Casos suspeitos

 

Vargeão registrou dois casos de suspeita de dengue em 2015, que após exames, deram negativos. Mas somente nos três primeiros meses de 2016, três casos foram apontados como suspeitos, mas também vieram com resultados negativos. Outros dois novos casos suspeitos estão esperando os resultados de exames, um de dengue e outro de chikungunya.

 

Cuidados

 

A Secretaria de Saúde de Vargeão realiza semanalmente vistorias em 13 armadilhas espalhadas pelo município, com a finalidade de encontrar larvas do mosquito. Também são vistoriados a cada 15 dias nove pontos estratégicos. Até hoje, nenhuma das larvas encontradas e enviadas para laboratórios foram do mosquito Aedes aegypti.







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