58% reprovam e 15% aprovam as políticas do governo na educação

Pesquisa tem abrangência nacional e margem de erro de 3,15 pontos percentuais para mais ou para menos

19/07/2019 15:42 - Atualizado em 19/07/2019 15:42



Uma pesquisa obtida pelo site de notícias G1 aponta que 58% dos entrevistados reprovam e 15% aprovam a atuação do governo federal na área de educação. Para 60%, a qualidade da educação no país é ruim ou péssima e 10% a consideram regular ou boa.

 

O levantamento, feito em junho pela organização Todos pela Educação e pelo grupo Ideia Big Data, tem abrangência nacional e margem de erro de 3,15 pontos percentuais para mais ou para menos. As perguntas foram aplicadas via telefone fixo ou celular. O nível de confiança é de 95%.

 

Os dados também indicam que as pautas que estiveram em debate nos primeiros meses de gestão do governo Bolsonaro são prioridade para a minoria dos entrevistados. Filmar professor em sala de aula, evitar "doutrinação", focar em educação domiciliar e ampliar as escolas militares é importante para 6% deles.

 

Pesquisa tem abrangência nacional e margem de erro de 3,15 pontos percentuais para mais ou para menos (Foto: Pixabay)

A maioria (52%) apontou que a prioridade do governo deveria ser ampliar vagas em creches, combater o analfabetismo e melhorar o salário e o trabalho dos professores.

 

A regulamentação do ensino domiciliar era uma das metas prioritárias dos 100 primeiros dias de governo Bolsonaro. Após 200 dias de governo, o projeto de lei ainda precisa tramitar no Congresso para entrar em vigor.

 

Já a construção de 4,9 mil creches até 2022 está entre as metas do Ministério da Educação, que divulgou há uma semana o Compromisso Nacional pela Educação Básica. O documento também traz o objetivo de estabelecer trilhas de formação de professores até 2020, por meio de "cursos de ensino à distância com a disponibilização e materiais de apoio e disponibilização de recursos". Outro objetivo é implementar 108 escolas cívico-militares até 2023.

 

Do G1


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