ELEIÇÕES 2022: Você pode não gostar, mas deve acompanhar

Leia abaixo o artigo da jornalista Haudrey Mafiolete

Por Redação Oeste Mais

06/01/2022 10h28 - Atualizado em 06/01/2022 10h28



Na virada do ano, fazemos tantas, tantas promessas. Arriscamos dizer que vamos cuidar ainda mais da alimentação, que reservaremos um maior tempo para a família, que largaremos velhos vícios. Mas, será que nos comprometemos a acompanhar de perto o dia a dia de nossos representantes?

 

2022 é um ano eleitoral. Decidiremos quem irá nos representar, ou continuará nos representando, nos âmbitos estadual e federal. Você lembra em quem votou para deputado, governador e presidente na última eleição? Se lembra, ótimo! Mas, acompanha o que fazem por você e pela sua família?

 

Aqueles que receberam o seu aval, em 2018, para atuarem na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal votam conforme as suas convicções e necessidades? Trabalham com transparência e afinco pelas demandas catarinenses ou só posam para foto bonita que vai circular na imprensa? 

 

Aquele pré-candidato que já tem a sua simpatia realmente merece o seu voto? Já pesquisou sobre o passado dele e sobre as bandeiras que defende? Buscou saber quem são os aliados e se algo o desabona como político?

 

O meu desejo para este ano, que está apenas começando, é que o cidadão de bem, pagador de impostos, esteja atento. Que esteja conectado aos fatos, pela mídia impressa, pelo rádio, tevê, portais de notícias e redes sociais. 

 

Hoje, a informação chega até nós com muita facilidade. Vamos usá-la a nosso favor e, claro, checando a credibilidade dos veículos que acessamos. Principalmente, quando recebemos um linkezinho despretensioso, pelo WhatsApp, em nosso celular.  

 

E, mesmo que você não goste de política, ela está totalmente inserida em seu dia a dia e de todos ao seu redor. A política tem a ver com as estradas por onde você circula, com o atendimento na saúde que o cidadão precisa, tem a ver com a educação que nossas crianças e jovens recebem. Está diretamente ligada ao nosso presente e futuro. 

 

Evidentemente, ela não precisa ser pauta das conversas com amigos e familiares, mas você precisa estar a par do que acontece em sua cidade, estado e país. E deve saber quem são os responsáveis por tais acontecimentos. 

 

Lembre-se: a mudança que tanto queremos começa por nós. Começa pelo nosso voto consciente. 

Por Haudrey Mafiolete


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