Aprovação de Bolsonaro chega a 39% e volta a superar reprovação após 16 meses, aponta XP/Ipespe

Pesquisa de opinião realizou 1.000 entrevistas telefônicas com eleitores de todas as regiões do Brasil

Por Oeste Mais

14/09/2020 18h13 - Atualizado em 14/09/2020 18h13



A aprovação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a superar numericamente a reprovação depois de um período de 16 meses. É o que mostra a nova rodada da pesquisa XP/Ipespe, realizada entre os dias 8 e 11 de setembro.

 

De acordo com o levantamento, 39% dos eleitores avaliam o governo como ótimo ou bom, ao passo que 36% consideram a atual gestão ruim ou péssima. A diferença de 3 pontos percentuais está dentro da margem máxima de erro do levantamento, de 3,2 pontos.



Esta é a quinta rodada consecutiva que registra oscilação ascendente do grupo dos que avaliam positivamente o governo e descendente dos que classificam negativamente. Do vale atingido em maio, Bolsonaro acumula uma recuperação de 4 pontos percentuais em seu nível ótimo ou bom. Com isso, o presidente se aproxima de seu maior nível (40%), registrado nos dois primeiros meses de governo.

 

Já do lado da rejeição, houve uma queda de 14 pontos percentuais nos últimos quatro meses. Com isso, o presidente retorna aos patamares pré-pandemia do novo coronavírus. O movimento coincide com a percepção de melhora quanto à crise sanitária e de apoio majoritário ao auxílio emergencial, ainda que o valor do benefício dos próximos quatro meses tenha sido reduzido de R$ 600 para R$ 300.



A pesquisa XP/Ipespe realizou 1.000 entrevistas telefônicas com eleitores de todas as regiões do Brasil, entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem máxima de erro é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

 

O levantamento mostra que 40% dos entrevistados já receberam o auxílio emergencial e 2% acreditam que ainda serão beneficiados pelo programa, pago a trabalhadores informais e famílias da baixa renda, afetadas pela crise sanitária.

 

Entre os que receberam o benefício, 49% acreditam que, com a reabertura gradual da economia, sua renda voltará ao que era antes da pandemia. Outros 44% discordam. Considerando a redução do benefício para R$ 300, 43% dos beneficiários disseram que a renda familiar será menor.

Com informações do Infomoney


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