Manifestantes vão às ruas de Xanxerê contra PEC 241 e outros atos do governo

Ato também reúne pessoas de Faxinal dos Guedes, Ipuaçu, Entre Rios, São Domingos, Ouro Verde, Coronel Martins, Galvão e Jupiá

Por Redação Oeste Mais

11/11/2016 10h55 - Atualizado em 17/04/2020 14h39



O movimento “Greve Geral de 11 de Novembro” realiza nesta sexta-feira, dia 11, na Praça Tiradentes de Xanxerê, um manifesto contra a aprovação da PEC 241, que estabelece um teto de gastos públicos, não à aposentadoria aos 65 anos e contra a Lei da Mordaça, que prevê mudanças no ensino médio.

 

Além de Xanxerê, o manifesto reúne pessoas de Faxinal dos Guedes, Ipuaçu, Entre Rios, São Domingos, Ouro Verde, Coronel Martins, Galvão e Jupiá. A intenção dos organizadores é que cerca de duas mil pessoas passem pelo ato durante o dia.

 

Conforme a RBS TV, em 11 cidades do Oeste ocorrem mobilizações nesta sexta. Em Chapecó há manifestantes de Quilombo, Águas de São Carlos  e Arvoredo fazendo protesto. Atos devem ocorrer também em São Miguel do Oeste, Dionísio Cerqueira, Pinhalzinho, Palmitos, Xaxim, Seara, Concórdia, Abelardo Luz e Joaçaba.

 

Ao site Tudo Sobre Xanxerê, Maria Izabel Girotto, da coordenação do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, disse que acredita na força dos atos que ocorrem nas ruas. “A gente acredita que sim e esperamos que os trabalhadores, a sociedade entenda o que está acontecendo”, relatou.

 

Parte da Rua Rui Barbosa, em frente à praça, concentra manifestantes de todas as áreas, desde estudantes, professores, profissionais liberais até agricultores. Caminhadas pelas ruas da cidade estão na programação.

 

O presidente do Sindicato dos Comerciários de Xanxerê, Adriano De Martini, que também é vereador, destacou a preocupação com as ações do governo federal, tirando direitos dos trabalhadores já conquistados, além de uma série de consequências com a aprovação da PEC 241.

 

“A esperança está na luta do povo, da classe trabalhadora e das pessoas que pensam em construir um país melhor, alicerçado no desenvolvimento sim, mas com distribuição de renda e direitos paras as pessoas que mais precisam do estado”, pontuou.






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