Suspeito de sequestro e estupro é preso no Oeste de Santa Catarina

Policiais localizaram um simulacro de arma de fogo utilizado para ameaçar a vítima

Por Oeste Mais

18/01/2021 09h06 - Atualizado em 18/01/2021 09h06



Homem foi preso em sua residência (Foto: Polícia Civil)

Um homem de 30 anos foi preso na tarde da última sexta-feira, dia 15, suspeito de sequestrar e estuprar uma mulher, no município de Cunha Porã, no Oeste de Santa Catarina. Os crimes teriam ocorrido nos dias 9 e 10 de janeiro.

 

De acordo com informações repassadas pela Polícia Civil, no início da semana passada, as autoridades tomaram conhecimento de um estupro em Cunha Porã, que teria ocorrido na noite do último domingo, dia 10.

 

Um homem armado com um revólver abordou uma mulher que caminhava na rua e a obrigou a entrar no veículo.  Após a vítima entregar o celular, o suspeito a levou até uma estrada no interior do município onde a estuprou.

 

A mulher foi sequestrada e permaneceu com o suspeito por aproximadamente 1h30. O homem percorreu cerca de 13 km com a vítima em seu carro até retornar à cidade, após ter cometido o abuso sexual.

 

O autor do crime foi identificado pela Polícia Civil após investigação. Conforme apontaram as diligências das autoridades, o suspeito era um homem, de 30 anos, que residia em Maravilha há poucos meses e utilizou um veículo Volkswagen/Gol de cor preta para cometer o crime. A vítima dos abusos reconheceu o criminoso por meio de fotografias.

 

Na última sexta-feira à Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e Instituto Geral de Perícias (IGP) cumpriu mandado de busca e apreensão no endereço do autor e efetuou a prisão temporária do suspeito. Na residência do investigado, os policiais localizaram um simulacro de arma de fogo utilizado para ameaçar a vítima, munições calibre 38, aparelhos celulares e outros objetos que serviram para comprovar a autoria do crime.

 

O autor do crime foi identificado pela Polícia Civil após investigação. Conforme apontaram as diligências das autoridades, o suspeito era um homem, de 30 anos, que residia em Maravilha há poucos meses e utilizou um veículo Volkswagen/Gol de cor preta para cometer o crime. A vítima dos abusos reconheceu o criminoso por meio de fotografias.

 

Na última sexta-feira à Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e Instituto Geral de Perícias (IGP) cumpriu mandado de busca e apreensão no endereço do autor e efetuou a prisão temporária do suspeito. Na residência do investigado, os policiais localizaram um simulacro de arma de fogo utilizado para ameaçar a vítima, munições calibre 38, aparelhos celulares e outros objetos que serviram para comprovar a autoria do crime.

 

No veículo teriam sido coletados vestígios que podem comprovar o abuso (Foto: Polícia Civil)

Ainda na perícia realizada no veículo do suspeito, teriam sido coletados vestígios biológicos que serão processados no Instituto Geral de Perícias, além de marcas no capô do automóvel, provavelmente deixadas pela vítima durante o abuso sexual.

 

Na delegacia, enquanto o investigado era preso em flagrante pela posse das munições foi identificado que um dos aparelhos celulares localizados em sua residência havia sido roubado de uma mulher em Pinhalzinho na noite do sábado, dia 9, véspera do crime de estupro ocorrido em Cunha Porã. Na ocasião, a vítima foi abordada, obrigada a entregar o seu aparelho celular e a entrar no veículo do autor, mas conseguiu fugir em um momento de distração do criminoso.

 

O homem foi preso temporariamente e encaminhado à Unidade Prisional Avançada de Maravilha onde permanece à disposição da justiça.

 

Além dos crimes de sequestro seguido de estupro e posse irregular de munição, o investigado responderá também pelo crime de roubo cometido em Pinhalzinho. O aparelho celular recuperado e as informações referente ao caso serão encaminhadas à Polícia Civil para que seja dada continuidade nas investigações referente ao caso.

 

Se condenado pelos crimes, o investigado poderá sofrer uma pena superior a 30 anos de prisão. A investigação realizada pela Polícia Civil de Cunha Porã prosseguirá, aguardando o envio dos laudos periciais para conclusão da investigação dentro de 30 dias.

 


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