Precisamos de um novo dilúvio, estamos pecando demais

Por Jaime Folle

28/09/2019 08:43 - Atualizado em 28/09/2019 08:43



Há muito tempo estamos presenciando um conflito de entendimento entre as diversas camadas da sociedade e entre as nações. Tanto no que se refere à sociedade civil, religiosa, militar e política. Estamos vivenciando uma nova torre de Babel. E muito disso está acontecendo porque queremos, como humanos, mudar o rumo e o ciclo das coisas, achando que nada mais é pecado, nada mais é errado, e que tudo pode acontecer sem um mínimo de regra e respeito, principalmente, com as crianças que irão crescer vendo estas barbaridades, achando que o errado é certo e que o certo é correto.

 

Falo de muitas situações que estão acontecendo hoje e que já ocorreram na época do primeiro dilúvio, onde “a humanidade era perversa e violenta e só queria fazer o malIsso entristeceu Deus, que decidiu destruir a humanidade através do dilúvio. Também decidiu destruir os animais, porque foram afetados com a maldade dos homens” (Gênesis 6:5-7).

 

Deus não é cruel e o dilúvio não foi um ato de injustiça. Deus não se agrada com a morte de ninguém. As pessoas do tempo de Noé tinham abandonado Deus e se entregado completamente ao pecado, assim como está acontecendo nos dias de hoje, onde o povo acha que nada mais é errado onde quem deveria colocar a ordem e o respeito, faz exatamente o contrário, onde os meios de comunicação de massa, violam qualquer regra de bons costumes, pregando uma falsa felicidade, mostrando uma realidade fora da realidade e consequentemente está difícil o entendimento entre os humanos. Posso estar errado, mas para mim está faltando muito de Deus, por isso estamos pecando demais.

 

Parece cafonice falar isso aqui neste espaço, onde já fui criticado por isso, porém, o povo esqueceu-se de Deus e está querendo chegar ao céu por conta própria, passando por cima da autoridade Dele.

 

A maldade humana dos novos tempos, com o apoio da tecnologia, vem destruindo quem passa pela frente. Hoje está fácil destruir o outro, onde os representantes do povo, ao invés de trabalhar em prol da causa humana, trabalham em causa própria, onde um aluno manda mais que um professor, onde as autoridades perderam o respeito. Onde fazem aprovar leis que denigrem o ser humano em sua decência, por vezes valendo menos que um animal de estimação. Onde querem que irmão se case com irmão, pai case com filhas adotivas, e por aí vai.

 

Fazendo aqui uma metáfora com o dilúvio do início da humanidade, não sei se não está na hora de um novo dilúvio, talvez não nas mesmas proporções do início da humanidade, mas que possa novamente colocar algumas regras justas e claras para o bem de todos.

 

Até a próxima!


Jaime Folle

Colunista

Formado em empreendedorismo, é um dos mais renomados palestrantes do Sul do Brasil. Está na área desde 2005. É também escritor de vários livros.

jaimefolle@jaimefolle.com.br


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