Novo Mundo. Nova Era

Por Jaime Folle

26/05/2018 10:00



Muitos ainda não se deram conta das enormes mudanças que ocorreram nos últimos cinquenta anos. Neste período, a humanidade deu passos gigantescos para uma nova era do conhecimento, com mudanças circunstanciais em todos os segmentos, tanto tecnológico, sociais, espirituais e mentais, e evoluiu mais do que em dois milhões de anos.

 

Na tecnologia tudo começou com a ida do homem à lua, em 1968, e a partir daí mudou todo o sistema de comunicação. O mundo passou por grande desenvolvimento e transformação tecnológica, onde muitas coisas foram modificadas na vida e nos sentimentos dos seres humanos.

 

A tecnologia está presente em praticamente todos os processos, está nas escolas, nos escritórios, no campo, nas lavouras e na produção de alimentos, medicina e nas famílias. A tecnologia oferece para as pessoas mais agilidade, conforto e eficiência na realização de tudo aquilo que um ser humano quiser. Mas também trouxe divisões de gerações, conflitos e resistências às mudanças.



Nos aspectos sociais dá para observar com clareza as mudanças comportamentais e a forma de convívio entre as diferentes gerações, conflitando-se entre si em efeito global e ao mesmo tempo podendo se amar e sentir sem se tocar, através da facilidade dos processos virtuais com um palavreado de nomes esquisitos para os mais antigos, que dificilmente conseguem ter domínio de todos, como, por exemplo, pen-drive, iPod, Wikipédia, smartphone BlackBerry, Skype, Facebook, Youtube, Google, Twitter, Kindle, Android, WhatsApp. Isso mostra um pouco que o mundo está globalizado, pois em qualquer parte do planeta podemos nos comunicar sem maiores problemas.

 

Por outro lado, neste novo mundo condizemos a uma nova era, onde as bases emocionais dos seres humanos estão elétricas. Por um lado, a velocidade e a rapidez com que as coisas acontecem no mundo estão deixando uma população esquecida, tonta e ao mesmo tempo perdida. Por outro, nunca foi tão fácil conseguir o que se quer e como se quer em curtíssimo espaço de tempo.

 

Se puder dar uma dica, diria que devemos ter uma idade para cada tempo, sem pender demais para um lado e esquecer o outro, pois ainda somos humanos e não máquinas, ainda temos sentimentos de alegrias e tristezas, e somos feitos de alma e sentimentos.

 

Até a próxima!


Jaime Folle

Colunista

Formado em empreendedorismo, é um dos mais renomados palestrantes do Sul do Brasil. Está na área desde 2005. É também escritor de vários livros.

jaimefolle@jaimefolle.com.br


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