Maiores empreendedores do mundo foram reprovados na escola

Por Jaime Folle

21/06/2019 10:08 - Atualizado em 21/06/2019 11:28



Muitos alunos que foram reprovados nas escolas em que estudavam, hoje são considerados os maiores empreendedores do mundo e também do Brasil. Aí vem a pergunta: Quem estava certo nesta história? Ou os caras estavam certos e a escola errada ou a escola continua no velho sistema educacional sem saber observar os gênios e os talentos?

 

Vejamos alguns exemplos:

 

Walt Disney foi despedido de um jornal por falta de criatividade e reprovou dois anos em matemática. Após isso, criou o personagem Mickey Mouse e criou o Wat Disney, só com o Mickey ele ganhou 32 óscares.

 

Serguei Brin e Larry Page criaram um buscador na internet e ninguém se interessou pela ideia, na escola foram reprovados duas vezes por falta de concentração.  O buscador rejeitado hoje é o Google, a maior empresa de internet do mundo, avaliada em 500 bilhões de dólares.

 

O conhecido Bill Gates abandonou a escola por falta de visão criadora. Depois fundou a Microsoft e é um dos homens mais ricos do mundo.

 

Steve Jobs foi aconselhado a abandonar a universidade, e foi demitido na empresa que trabalhava de empregado por preguiça mental. Fundou NeXT e mais tarde comprou a Apple, hoje avaliada em 429 bilhões de dólares.

 

Joanne Rowling, afastada da escola, mãe solteira e rejeitada por 12 editoras. Publicou a série de livros sobre o mago Harry Potter, faturou 13 bilhões de dólares.

 

Michael Jordan foi expulso da escola por indisciplina e por não se concentrar nos conteúdos. Virou o maior astro da história do basquete mundial.

 

Aqui no Brasil falo do meu sobrinho Cesar Folle, que reprovou duas vezes na escola e hoje é dono da BR Supply, empresa que ele criou e fatura em torno de 25 milhões de reais por mês.

 

Portanto, diante das histórias de fracasso na escola e de sucesso nos seus negócios, cabe uma profunda reflexão na forma como estão sendo feita as avaliações dos alunos pelas escolas. Em muitos casos, o rebelde, o desatento ou até mesmo o que parece ter falta de criatividade escondem verdadeiros tesouros que não são bem avaliados pelo sistema educacional e pelos professores.

 

Há duas semanas venho batendo neste tema sobre a educação, e vejam que o problema não é só no Brasil, e sim também em outros países. A diferença que estes países estão fazendo a lição de casa e o nosso continua no tempo que o inferno era movido a carvão.

 

Até a próxima.


Jaime Folle

Colunista

Formado em empreendedorismo, é um dos mais renomados palestrantes do Sul do Brasil. Está na área desde 2005. É também escritor de vários livros.

jaimefolle@jaimefolle.com.br


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