Para quem fazemos diferença?


Por Jaime Folle

13/04/2022 22h36 - Atualizado em 13/04/2022 22h36



Alguns gestos e atitudes, como a gentileza, compreensão, diálogo, empatia, dizer muito obrigado, pedir licença, entre outros, parecem ter se perdido em algum lugar. Por vezes, parece que me vejo fora da realidade, em outro mundo que não este que estamos vivendo agora. A nós, que preservamos esses sentimentos, resta fazermos a nossa parte e acreditarmos que ainda existem atitudes que podem mudar algum vivente de neurônio e sentimentos que ainda somos humanos e que precisamos destes gestos e atitudes. Para praticar tais atos, ninguém precisa de uma coleção de diplomas e troféus na parede. O que conta mais na vida é o que você acrescentou à vida fazendo a diferença às outras pessoas, para a comunidade, ao mundo.

 

Procure ajudar os outros mais livremente, sem pedir nada em troca, como um simples oi, bom dia. Por vezes, eles ficam com cara de espantados, porque não estão acostumados com tais atos neste mundo de malucos tipo robôs andando à própria volta.

 

Também ser seu verdadeiro eu e que ainda existe nesta terra e que pode fazer alguma diferença na vida de alguém. Quando você é importante para os outros, sua existência neste mundo passa a ser justificada, caso contrário, de nada valeu sua breve passagem pelo planeta terra.

 

Existe o livre-arbítrio e, na verdade, temos a opção de simplesmente existir, apenas dentro do nosso próprio universo, ou ir além e buscar realmente fazer a diferença na vida das pessoas à nossa volta. Entretanto, que ao ler este artigo, você escolha a segunda opção, pois, por mais que muitos pensem ou queiram acreditar no contrário, se analisarmos bem, todos nós temos muito a oferecer um ao outro.

 

Até a próxima!

Jaime Folle

Formado em empreendedorismo, escritor de vários livros e um dos mais renomados palestrantes do Sul do Brasil. Atuante na área desde 2005.


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