Sessão cineminha: Até o Último Homem


Por Kiane Berté

27/10/2020 09h22





Oi pessoas, tudo bem?

 

Faz um tempinho que eu não apareço por aqui.

 

Esse filme que quero compartilhar com vocês é do tipo que eu gosto. Aqueles baseados em fatos, sabe? Já fiz uma listinha aqui, de filmes baseados em história real e todos eles são os meus queridinhos. Tem filme brasileiro também. Clica aqui para conferir.

 

“Até o último homem” é um filme religioso e bem emocionante, e eu não chorei vendo ele. Uma, porque tinha muita gente na sala assistindo comigo, e outra, porque se eu choro, perco boa parte da história.

 



Já gostei de cara, sem nem ao menos ler a sinopse, porque o protagonista é o Andrew Garfield, nosso querido Espetacular Homem Aranha. Sem falar que tem romance. Adoro um romance.

 

Bom, a história gira em torno do Desmond, que é filho de um ex-soldado alcoólatra e agressivo. Na infância, Desmond quase mata seu irmão mais velho durante uma briguinha comum de irmãos. Mas ele usa um tijolo e deixa o familiar inconsciente por algumas horas.

 

O menino cresce com traumas, não só pelo que aconteceu com o irmão, mas também com a violência que sofria e presenciava de seu pai contra sua mãe.



Depois de adulto, Desmond decide que vai se alistar no Exército para a Segunda Guerra Mundial, mas não para batalhar, e sim, ajudar os heróis na sua função de médico. Ele também deixa bem claro que em hipótese alguma vai usar arma de fogo.

 

O jovem sofre perseguição dentro do alojamento, é espancado e humilhado, muitas vezes, mas não desiste de tentar ajudar do jeito dele. Ele vai ao campo de batalha somente usando um capacete, a farda, e ampolas de morfina. Além disso, carrega consigo sua bíblia e, junto dela, pede ajuda a Deus para “poder salvar mais um”.

 

Há muitas cenas pesadas dentro do filme (talvez não seja pra você, mas eu senti repulsa), do tipo que mostra partes dos corpos mutilados após explosões e massacres durante a batalha.



Mas apesar disso, vale à pena assistir. Como eu disse, é bem emocionante.

 

Se você assistiu, me conta o que achou.

 

Um beijo e até a próxima.



Kiane Berté

Kiane Berté tem 25 anos e trabalha como jornalista e fotógrafa. Nas horas vagas escreve suas histórias de romance curiosas e sonha junto delas com um mundo mais encantado e cheio de amor. Sonhadora, ela vê através das páginas de um bom livro a oportunidade de viajar para onde quiser sem sair do lugar


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