Sobe para 59 o número de mortos nos dois incêndios na Califórnia, nos EUA

Incêndio 'Camp Fire' engoliu a cidade de Paradise e é o mais mortífero da história do estado

Por Oeste Mais

15/11/2018 11:40 - Atualizado em 15/11/2018 11:40


Destruição na cidade de Paradise, na Califórnia (Foto: Terray Sylvester/Reuters)

As autoridades norte-americanas informaram que o número de mortos nos dois grandes incêndios ativos na Califórnia subiu para 59 nesta quinta-feira, dia 15. O xerife do condado de Butte, Kory Honea, afirmou que ainda há pessoas desaparecidas. Ele pediu apoio de 100 reservistas da Guarda Nacional dos Estados Unidos para as tarefas de localização de restos humanos.

 

Até segunda-feira, o número de desaparecidos reportados pelas autoridades era de cerca de 200, mas Honea disse não poder dar um número atualizado (que não conte os que foram localizados nas últimas horas) por conta do enorme volume de trabalho causado pela situação caótica.

 

As agências internacionais de notícias estimam o número de desaparecidos entre 100 e 130.

Imagem de satélite mostra o incêndio Camp Fire, no norte da Califórnia, ainda no início, na quinta-feira (Foto: Nasa/Cortesia à Reuters)

O incêndio chamado "Camp Fire", que está situado 280 km ao nordeste de San Francisco e engoliu totalmente a cidade de Paradise, de 27 mil habitantes, já é o mais mortífero da história do estado, além do mais destrutivo por ter arrasado 8.917 edifícios.

 

O incêndio começou na manhã de quinta-feira, dia 8, e desde então queimou 52.600 hectares de um terreno extremamente seco. A polícia local indicou que faz mais de 200 dias que choveu pela última vez na área. Por enquanto, os bombeiros conseguiram conter apenas 35% das chamas.

 

As origens dos incêndios Camp e Woolsey foram listadas como "sob investigação", mas duas prestadoras de serviço, Southern California Edison e Pacific Gas & Electric, relataram a agências reguladoras que tiveram problemas com linhas de energia ou subestações por volta do horário em que se relatou o início do fogo.

Com informações do G1


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