Bispos brasileiros manifestam apoio à ordenação de pessoas casadas no Sínodo para a Amazônia

Houve reivindicações para mais diálogo com as igrejas evangélicas e à criação de um observatório de direitos humanos para a proteção de indígenas

Por Oeste Mais

19/10/2019 09:24 - Atualizado em 19/10/2019 09:24



Bispos manifestaram apoio à ordenação de homens casados “viri probati” e de mulheres (Foto: Handout/AFP)

No fim da primeira etapa de discussões do Sínodo para a Amazônia, 12 grupos de trabalho, nos quais foram divididos 177 bispos, divulgaram suas conclusões sobre os temas mais polêmicos do encontro. A maioria deles manifestou apoio à ordenação de homens casados viri probati (termo em latim que significa homens de caráter comprovado) e de mulheres.

 

Também houve reivindicações, especialmente entre os religiosos brasileiros, a mais diálogo com as igrejas evangélicas e à criação de um observatório de direitos humanos para a proteção de indígenas.   

 

Apesar de os bispos serem unânimes em pregar o diálogo com as culturas amazônicas, além da defesa da população nativa contra situações de violência, alguns religiosos ressaltaram que a Igreja não pode servir como uma ONG (Organização Não Governamental).

 

Os religiosos foram divididos em grupos de acordo com o idioma com que exercem seu trabalho. Assim, havia dois ciclos menores em italiano, quatro em português, cinco em espanhol e um dividido entre inglês e francês.

Com informações do O Globo


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