Negociações entre Rússia e Ucrânia não avançam; presidente ucraniano vai soltar presos para lutarem

Invasão da Rússia à Ucrânia vai para o sexto dia nesta terça-feira

Por Redação Oeste Mais

28/02/2022 18h54 - Atualizado em 28/02/2022 18h55



Ataques da Rússia à Ucrânia ocorrem já há cinco dias (Foto: Deutsche Presse/Agentur GmBH)

Autoridades ucranianas e russas se reuniram na fronteira com Belarus nesta segunda-feira, dia 28, para discutir um possível cessar-fogo na Ucrânia, cinco dias após o início da invasão russa que desencadeou uma série de sanções diplomáticas e econômicas contra Moscou, mas a tentativa de diálogo terminou sem avanços.

 

Após algumas horas de discussões "difíceis", de acordo com o oficial ucraniano Mikhaïlo Podoliak, as delegações retornaram às suas respectivas capitais para consultas antes de novas conversas.

 

Para as autoridades ucranianas, a prioridade continua sendo resistir à ofensiva militar russa, enquanto cada vez mais países europeus anunciam a intenção de entregar armas defensivas, em particular armas antitanque, à capital Kiev.

 

Soltura de prisioneiros

 

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse nesta segunda-feira que vai soltar prisioneiros com experiência militar que estiverem dispostos a se unir à luta contra a Rússia.

 

O ministro de Defesa da Ucrânia, Oleksii Reznikov, já havia dito, no começo da invasão, que qualquer um que consegue segurar uma arma pode se unir às forças de defesa territorial.

 

O presidente ucraniano também fez um balanço de mortos entre seus inimigos: 4.500 soldados russos, segundo ele.

Com informações da Agência Brasil e do g1


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