MPSC responsabilizará pessoas e empresas por trás do movimento dos caminhoneiros que ameaça abastecimento e serviços essenciais

Procurador-Geral de Justiça informou que o Gabinete Gestor de Crise do MPSC já está monitorando a situação em todas as regiões

Por Oeste Mais

09/09/2021 14h54 - Atualizado em 09/09/2021 14h54



Procurador-Geral de Justiça Fernando da Silva Comin participou de reunião com outros órgãos de Estado e do Executivo no Centro de Gerenciamento de Controle da Defesa Civil e informou que o Gabinete Gestor de Crise do MPSC já conta com Promotores e Promotoras de Justiça que monitoram os efeitos do movimento dos caminhoneiros sobre os serviços básicos em todas as regiões.

 

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) atua para garantir a manutenção dos serviços essenciais durante a paralisação dos caminhoneiros, buscar a desmobilização das células que lideram o movimento de forma difusa em cada região e responsabilizar pessoas e empresas que estejam por trás dos atos que provocam o bloqueio das estradas e ameaçam a normalidade.

 

O Procurador-Geral de Justiça, Fernando da Silva Comin, informou que o Gabinete Gestor de Crise do MPSC já está monitorando a situação em todas as regiões.

 

Comin manifestou preocupação com o momento em que foi deflagrado o movimento dos caminhoneiros, devido à pandemia e os riscos de desabastecimento, não apenas de combustíveis, mas, também de alimentos e insumos essenciais à saúde, inclusive, para as vacinas.

 

Comin explicou que a atuação para desmobilizar essas células ocorrerá de várias formas e garantiu que tanto "o Ministério Público Estadual quanto o Ministério Público Federal irão atuar de maneira a alcançar a responsabilização pessoal dos envolvidos nesses atos, bem como das próprias pessoas jurídicas que estão por trás desse movimento".


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