Sindicato convoca servidores de 48 municípios para paralisação das atividades

Ato de protesto está previsto para a próxima sexta-feira em dezenas de municípios da região

Por Jhonatan Coppini

25/04/2017 09h33 - Atualizado em 17/04/2020 14h39



Os servidores municipais ligados ao Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Chapecó e Região (Sitespm-CHR) deverão paralisar as atividades na próxima sexta-feira, dia 28, em um ato de protesto previsto em todo o Brasil por conta da reforma trabalhista.

 

A decisão foi tomada em uma assembleia geral regional realizada na última semana. O órgão oficializou o ato em uma publicação no site oficial no final da tarde desta segunda-feira, dia 24.

 

“Servidores municipais dos 48 municípios de abrangência do sindicato estão convocados a parar suas atividades para participar da greve geral que acontecerá em todo o Brasil”, aponta o Sitespm-CHR em uma nota na página oficial na internet.

 

O sindicato informou ainda que emitiu um comunicado de greve a todos os municípios. A orientação da entidade é que a paralisação ocorra em conjunto com outras entidades sindicais e movimentos sociais. “Caso apenas os servidores municipais façam greve, os mesmos deverão ocupar a praça de sua cidade neste dia”, orienta.

 

Os municípios convocados para a greve são os seguintes: Abelardo Luz, Águas de Chapecó, Águas Frias, Bom Jesus, Caibi, Caxambu do Sul, Chapecó, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Coronel Martins, Cunha Porã, Cunhataí, Entre Rios, Faxinal dos Guedes, Flor do Sertão, Formosa do Sul, Galvão, Guatambu, Ipuaçu, Iraceminha, Irati, Jardinópolis, Jupia, Lageado Grande, Maravilha, Marema, Modelo, Nova Erechim, Nova Itaberaba, Novo Horizonte, Ouro Verde, Palmitos, Passos Maia, Ponte Serrada, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Quilombo, São Carlos, São Domingos, São Miguel da Boa Vista, Saudades, Serra Alta, Sul Brasil, Tigrinhos, União do Oeste, Vargeão, Xanxerê e Xaxim.

 

“No dia 28 de abril vamos parar o Brasil. Não vamos deixar que acabem com a aposentadoria e os direitos trabalhistas. Por isso vamos às ruas dizer que somos contra a Reforma da Previdência, contra a Reforma Trabalhista e contra a proposta da Terceirização”, conclui a nota do Sitespm-CHR.


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