Novos frigoríficos são autorizados a vender carne bovina para o mercado da Arábia Saudita

Medida se segue a uma visita da ministra brasileira da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que esteve no país árabe negociando abertura de mercado para produtos agropecuários brasileiros

Por Oeste Mais

11/11/2019 15:54 - Atualizado em 11/11/2019 15:54



A Saudi Food and Drug Authority (SFDA) – autoridade sanitária da Arábia Saudita – habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos.  A medida se segue a uma visita da ministra brasileira da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que em setembro passado esteve naquele país árabe negociando a abertura de mercado para produtos agropecuários brasileiros.

 

A decisão da Arábia Saudita foi comemorada pelo presidente Jair Bolsonaro, em mensagem no Twitter: “Após China anunciar habilitação da exportação de nosso miúdo suíno, a Arábia Saudita faz o mesmo com 8 estabelecimentos do Brasil com a carne bovina. Geração de emprego e produção. Trabalho da @Min_Agricultura @TerezaCrisMS em nossa viagem ao Oriente Médio e Ásia. Grande Dia!”

 

Foram habilitados os seguintes estabelecimentos: Frigorífico Fortefrigo (em Paragominas, no estado do Pará), Frigorífico Better Beef (em Rancharia, São Paulo), Rio Grande Comércio de Carnes Ltda (em Imperatriz, Maranhão), Plena Alimentos (em Pará de Minas, Minas Gerais), Indústria e Comércio de Alimentos Supremo (em Ibirité, Minas Gerais), Frigol (São Félix do Xingu, Pará), Maxi Beef Alimentos do Brasil (Carlos Chagas, Minas Gerais) e Distriboi – Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina (Ji-Paraná, Rondônia).

 

A ministra Tereza Cristina atribuiu o sucesso das negociações que resultaram na habilitação dos frigoríficos à recente viagem do presidente Jair Bolsonaro à Arábia Saudita. “Isso faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse ela, acrescentando que “essa é uma ótima notícia para começar bem a semana”.

Com informações da Agência Brasil


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