SCGÁS completa 21 anos de distribuição de gás natural em Santa Catarina

Além da sustentabilidade, o gás natural é vantajoso no mercado industrial pela gestão de espaço e produtividade

Por Oeste Mais

06/04/2021 11h33 - Atualizado em 06/04/2021 11h33



Há exatos 21 anos, a SCGÁS iniciava a distribuição de gás natural em Santa Catarina. A distribuidora foi fundada oficialmente em 1994, mas a construção da rede de distribuição no Estado iniciou em 1997.

 

Três anos depois, no ano 2000, a SCGÁS conectou o primeiro cliente: a indústria Döhler, de Joinville. Desde então, a companhia se desenvolveu junto com o estado catarinense e implantou mais de 1.260 quilômetros de rede e conectou 17 mil clientes diretos, atendendo de forma indireta quase 130 mil consumidores.

 

Além da sustentabilidade, o gás natural é vantajoso no mercado industrial pela gestão de espaço e produtividade. Atualmente, o insumo faz parte do processo produtivo de 318 indústrias catarinenses, que representam mais de 50% do PIB do Estado.

Distribuidora foi fundada oficialmente em 1994, mas a construção da rede de distribuição no Estado iniciou em 1997 (Foto: Divulgação)

Com quase 140 anos de história, a indústria têxtil Döhler continua utilizando o gás natural em seu processo produtivo. José Mário Gomes Ribeiro, diretor presidente da Döhler, conta que ele é utilizado nas câmaras de secagem para tratar o tecido. O insumo é importante porque a empresa é “intensiva no consumo de energia térmica e elétrica. A energia é necessária para tratar o tecido. A partir do algodão que recebemos, processamos, produzimos o fio e produzimos o tecido”, finaliza Ribeiro.

 

O diretor presidente da Döhler lembra que antes era utilizado carvão no processo produtivo. “Nós quebrávamos duas carretas por dia de minério de carvão. Dessas duas carretas, 50% a 60% era pedra. Queimávamos pedra para gerar vapor, pois não tinha outro energético”, lembra. 

 

Sabendo dos benefícios do gás natural, a Döhler foi uma das indústrias que ajudou, junto à Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), a implantar o insumo na matriz energética catarinense. Articularam assim no nível federal a vinda do gasoduto de transporte da Bolívia para o Sul do país, já que, inicialmente, a infraestrutura atenderia apenas Rio de Janeiro e São Paulo.


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