Brasil gerou em agosto 110,4 mil empregos com carteira assinada

Resultado do Caged foi divulgado pelo Ministério do Trabalho

23/09/2018 08h29 - Atualizado em 17/04/2020 14h39



O Ministério do Trabalho informou nesta sexta-feira, dia 21, que o Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.

 

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ao todo, foram registradas 1,353 milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões. No acumulado do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais.

 

Nesta quinta, dia 20, o presidente Michel Temer já havia publicado uma mensagem no Twitter informando que o Brasil havia gerado mais de 100 mil vagas formais no mês passado.

 

"Fui informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação", publicou o presidente.

 

Em julho, segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregosformais e em junho, foram fechadas 661 vagas.



Setores

 

Segundo o governo, em agosto, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia.

 

O setor de agropecuária foi o único em que houve mais demissões do que contratações. O maior número de empregos criados foi no setor de serviços. Veja abaixo:

 

Serviços: + 66.256

Comércio: + 17.859

Indústria de transformação: + 15.764

Construção civil: + 11.800

Serviços industriais de utilidade pública: +1.240

Extrativa mineral: +467

Administração pública: + 394

 

Trabalho intermitente

 

Segundo o Ministério do Trabalho, houve 5.987 admissões e 1.991 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em agosto deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 3.996 empregos no período.

 

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.

 

Foram registradas ainda, no mês passado, 7.374 admissões em regime de trabalho parcial e 4.209 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.165 empregos.

 

Salário médio de admissão

 

O Ministério do Trabalho também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.541,53 em agosto, o que representa alta real de R$ 5,26 em relação a julho.

 

Em relação a agosto do ano passado, no entanto, o salário de admissão caiu, registrando uma perda real de R$ 1,50.

 

Em agosto, a diferença entre o salário médio de quem foi demitido e de quem foi contratado foi de R$ 159,27. Enquanto quem foi demitido tinha salário médio de R$ 1.700,80, o salário médio de quem foi contratado foi de R$ 1.541,53.

 

Do G1


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