Sumiço de avião com catarinenses na Argentina completa dois meses

Na aeronave estavam o empresário catarinense Antônio Carlos Castro Ramos, o advogado Mario Henrique da Silva Pinho e médico Gian Carlos Nercolini

Por Redação Oeste Mais

06/06/2022 19h32 - Atualizado em 06/06/2022 19h32



Médico, advogado e empresário estavam no avião (Foto: Divulgação)

O desaparecimento do avião brasileiro que caiu na Argentina em abril completa dois meses nesta segunda-feira, dia 6. À bordo, estavam o empresário catarinense Antônio Carlos Castro Ramos, o advogado Mario Henrique da Silva Pinho e o médico Gian Carlos Nercolini, que inclusive atuou no Oeste catarinense.

 

Segundo José Mazzei, sub-secretário de Proteção Civil e Gestão de Riscos de Chubut, o órgão aguarda o aparecimento de novos vestígios que possam indicar onde os brasileiros estão.

 

Conforme comunicado da Empresa Argentina de Navegação Aérea (EANA), autoridade que coordena o trânsito aéreo no país, a aeronave possui matrícula PP-ZRT. O número corresponde ao modelo RV-10, que, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil brasileira (Anac), é pertence ao empresário da construção civil de Florianópolis Antônio Carlos Castro Ramos.

 

Em 14 de abril, a Defesa Civil de Chubut afirmou que a Polícia Civil de Santa Catarina detectou sinais de celular que indicariam a possível localização do avião com brasileiros. Nada foi encontrado na época.

 

O avião em que eles estavam teria participado de um show aéreo na cidade Comodoro Rivadavia, na Argentina. De lá, essa aeronave e uma segunda, saíram para a cidade de El Calafate e depois seguiram para Trelew, mas o avião onde estava os brasileiros não chegou ao destino.

 

Eles participaram no domingo de uma celebração pelo aniversário de 87 anos do Aeroclube de Comodo Rivadavia.

Médico Gian Carlo Nercolini que estava a bordo do avião desaparecido (Foto: Divulgação)

Com informações do g1


COMENTÁRIOS

Os comentários neste espaço são de inteira responsabilidade dos leitores e não representam a linha editorial do Oeste Mais. Opiniões impróprias ou ilegais poderão ser excluídas sem aviso prévio.