Criança de 7 anos precisa de cirurgia para corrigir encurtamento de tendões; saiba como ajudar

Criança que mora em Ponte Serrada também sofre de epilepsia e síndrome do terror noturno

Por Jhonatan Coppini

28/09/2021 16h21 - Atualizado em 29/09/2021 11h21



Breno e a mãe Larissa (Foto: Jhonatan Coppini/Oeste Mais)

Breno Emanoel Pereira Nepomuceno anda praticamente apoiando o peso do corpo nos dedos dos pés, que não consegue articular devido a um encurtamento dos tendões. Aos sete anos de idade, o morador de Ponte Serrada precisa fazer uma cirurgia para corrigir o problema. A família pede ajuda para custear a operação (veja como contribuir ao final da reportagem).

 

Esteticista de animais em uma clínica veterinária, a mãe Larissa Ribeiro Pereira Nepomuceno, de 25 anos, tem cuidados especiais com a criança, que também sofre de epilepsia e síndrome do terror noturno. Ela também é mãe de outro menino, de apenas três anos, e mora sozinha com as crianças em uma casa alugada no Bairro Cascatinha, em Ponte Serrada.

 

Larissa conta que Breno tinha as pernas rígidas desde pequeno. Com dificuldades para se abaixar, ele não engatinhava. Ao começar a andar, não subia escada. “Sempre andou com dificuldade, sempre com as perninhas durinhas. Foi feito fisioterapia, mas não adiantava, e quando ele começou a caminhar com as pontas dos pés, vi que não era normal, daí levei num ortopedista, que viu que ele tinha problema”, recorda.

Breno precisa andar na ponta dos pés (Foto: Jhonatan Coppini/Oeste Mais)

Conforme o corpo do menino vai crescendo, a atrofia se agrava. Segundo a mãe, a recomendação médica é que o filho realize a cirurgia o mais rápido possível. Como o corpo está em formação, a tendência é que Breno fique com os movimentos normais após o procedimento.

 

“Ele cai bastante. Pra levar pra cidade não é fácil. Qualquer empurrãozinho ele perde o equilíbrio e cai”, conta Larissa. O problema também está afetando a coluna do menino, que atualmente precisa tomar dois tipos diferentes de remédio por dia, um para epilepsia e outro para síndrome do terror noturno. “Ele tem alucinação à noite. Ele grita, grita, grita. O doutor diz que é a síndrome do terror noturno, tem que ir se tratando”, relata a mãe.

 

Busca pela cirurgia

Vereador Robson Acunha ajudou a marcar cirurgia do menino (Foto: Jhonatan Coppini/Oeste Mais)

Na fila para realizar a cirurgia pelo SUS e temendo a demora para o filho ser chamado, Larissa buscou o vereador Robson Acunha, que conseguiu encaixar Breno por meio de um convênio particular com uma ONG de Florianópolis, onde a criança inclusive já realizou a consulta para fazer a operação. O deslocamento foi com um veículo disponibilizado pela Secretaria de Saúde de Ponte Serrada. Na fila do SUS há um ano, o menino ainda está na posição 859.

 

Mesmo com a cirurgia marcada no sistema particular, o impasse agora é o valor necessário para pagar o procedimento. Uma Vakinha foi lançada recentemente com a meta de alcançar R$ 20 mil. Assim que o valor for conquistado, Breno seguirá para Florianópolis. “O que eu preciso agora é o dinheiro pra cirurgia, é o que eu me preocupo. O importante é que ele esteja sadio, só isso que eu quero”.

Breno já realizou consulta para fazer cirurgia em Florianópolis (Foto: Arquivo Pessoal)

Larissa inclusive está indo morar com a avó para deixar de pagar aluguel. A mãe não está conseguindo arcar com o valor da locação do imóvel em razão das despesas com o filho. “A vó me deu a cozinha dela pra morar. O que der eu vou guardar debaixo da casa e vou ficar lá [na cozinha], não tem o que fazer”, lamenta.

 

Além da Vakinha, doações podem ser feitas para:

 

Caixa Econômica Federal

Ag. 0019

C/c. 7401-8

Larissa Ribeiro Pereira Nepomuceno

085 509 579 25

 

PIX: (49) 98875-7180

 

Fone/Whats: (49) 98875-7180



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