VÍDEO: ‘Quando o amor pela estrada está no sangue, não tem o que fazer’; conheça a história de caminhoneiro morador de Passos Maia

Valdriano gravou um vídeo motivacional para falar sobre a profissão que escolheu

Por Andressa Maria Guinzelli

14/03/2021 15h48



Valdriano é morado de Passos Maia (Foto: Redes Sociais)

Ser caminhoneiro é trazer no sangue o amor pela estrada, amor esse que na maioria das vezes nasce no berço e se realiza na vida adulta. Esse é o caso do jovem caminhoneiro morador de Passos Maia, Valdriano Eduardo Cordeiro Rodrigues. 

 

Filho de caminhoneiro, Valdriano escolheu fazer do asfalto seu caminho para a felicidade, predestinado a essa profissão, o caminhoneiro começou sua caminhada quando tinha apenas 15 anos, quando iniciou as viagens ao lado de seu pai. 


 

“Comecei com 15 anos viajar com meu pai e estou até hoje, eu ia para escola de ônibus, mentia para a mãe e combinada com meu pai, quando chegava na escola, ele estava lá de caminhão me esperando para a gente viajar juntos.”, lembra Valdriano. 


 

Na boleia do caminhão encontra seu refúgio e faz dele sua casa, enfrenta dificuldades e vive a maior parte dos dias de saudade, da família e dos amigos. As horas ao volante são acompanhadas de uma boa música e de um destino muitas vezes incerto a cada curva da estrada. 

 

O caminhoneiro que já conhece todos os estados do Brasil, destaca sobre que escolheu essa profissão por amor. 


 

“A vida do caminhoneiro é difícil e complicada, tem que ter óleo diesel nas veias para gostar. Eu estou vivendo o sonho que sempre tive vontade de realizar. É tão gratificante você realizar o que sempre sonhou.” 

 

Valdriano busca incentivar jovens que compartilham do mesmo sonho, em suas redes sociais, compartilha um pouco de sua rotina, onde também postou um vídeo motivacional falando sobre sua história (assista logo abaixo).

 

“Eu poderia ter sido médico, dentista ou engenheiro, pois minha mãe fez de tudo para que eu me tornasse um doutor, só que quando o amor pela estrada está no sangue, não tem o que fazer”, finaliza Valdriano.

Confira o depoimento de Valdriano: 


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