Primavera será de pouca chuva no Oeste

Previsão mostra também que aumentam ocorrências de temporais com granizo e ventania durante os meses de setembro, outubro e novembro

Por Oeste Mais

30/08/2021 11h45 - Atualizado em 30/08/2021 11h45



Os meses de setembro, outubro e novembro serão de chuva abaixo da média na faixa que vai do Extremo-Oeste ao Meio-Oeste catarinense.

 

Do Planalto ao Litoral a chuva deve ficar próxima à média histórica. É o que indica a previsão climática, elaborada pelo Fórum Climático, um conjunto de meteorologistas de várias instituições, coordenado pela Epagri, que se reúne mensalmente para discutir a previsão do clima para o próximo trimestre.

 

O boletim informa que no Oeste persiste a condição de chuva mal distribuída. Com mais nebulosidade e nevoeiros, o Leste de Santa Catarina deve registrar a ocorrência frequente de eventos de chuva, especialmente no Litoral e Vale do Itajaí.

 

“Ressalta-se que eventos localizados, com totais significativos de chuva, podem ocorrer no Oeste e sobretudo no Litoral”, alerta o documento.  

 

A previsão climática destaca ainda que aumentam no Estado as ocorrências de temporais com granizo e ventania durante os meses de setembro, outubro e novembro. Por vezes, a chuva ocorre com totais mais significativos, em curto intervalo de tempo. Por isso, a recomendação é acompanhar a atualização dos avisos meteorológicos na página e nas redes sociais da Epagri/Ciram.

 

Temperatura

 

Com relação à temperatura, a previsão é de que ela fique próxima da média climatológica no Litoral e acima da média do Extremo-Oeste ao Meio-Oeste durante o próximo trimestre. Massas de ar frio são esperadas no restante do inverno, com formação de geada e temperatura negativa.

 

Na primavera, sobretudo em outubro, podem ocorrer episódios de frio, com formação de geada e até temperatura próxima de zero, principalmente no Planalto Sul.

 

Nevoeiros seguirão frequentes no trimestre, associados à nebulosidade baixa, com redução de visibilidade sobretudo no período noturno, madrugada e amanhecer. A área costeira do Estado deve ser atingida por nevoeiro marítimos mais densos e persistentes.


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