Brasil atinge 210 milhões de habitantes, diz IBGE

Um em cada três brasileiros mora em 48 municípios com mais de 500 mil habitantes

Por Oeste Mais

28/08/2019 14:18 - Atualizado em 28/08/2019 14:22



A população brasileira foi estimada em 210,1 milhões de habitantes em 5.570 municípios, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa com o total de habitantes dos estados e dos municípios se refere a 1° de julho de 2019 e foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira, dia 28.

 

O número representa um aumento de 0,79% na comparação com a população estimada do ano passado. Em 2018, o IBGE estimou um total de 208,5 milhões pessoas.

 

O estado de Roraima teve o maior aumento populacional, de 5,1%. Ano passado, a população estimada lá era de 576,5 mil habitantes, e este ano chegou a 605,7 mil — mais 29,1 mil pessoas. Segundo o IBGE, Boa Vista também foi a capital com maior taxa de crescimento no último ano: 6,35%.

 

De acordo com a gerente da pesquisa, Izabel Marri, o crescimento da população de Roraima acima do resto do país é resultado do saldo imigratório no estado.

 

Roraima, que faz fronteira com a Venezuela, tem vivido uma onda de chegada de imigrantes venezuelanos devido à crise econômica, política e social no país vizinho. Apesar de ter registrado o maior aumento percentual, Roraima continua sendo o estado menos populoso, com 605,8 mil habitantes (0,3% da população total).

 

São Paulo permanece na frente como a unidade da federação com mais habitantes: 45,9 milhões de pessoas, concentrando 21,9% da população do país. Ano passado, a população paulista era de 45,5 milhões. Este ano, aumentou em mais 380,1 mil pessoas — ou 0,8%.

 

Segundo o IBGE, 66,5 milhões de brasileiros (31,7% ou cerca de 1 em cada 3) moram em 48 municípios com mais de 500 mil habitantes.

 

As estimativas populacionais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Com informações do G1


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