Justiça concede liberdade condicional a Elize Matsunaga, acusada da morte e esquartejamento do marido

Criminosa ficou presa por 10 anos após confessar o crime, ocorrido em maio de 2012

Por Redação Oeste Mais

31/05/2022 09h58 - Atualizado em 31/05/2022 10h00



Documentário sobre a vida de Elize está disponível na Netflix (Foto: Reprodução/Netflix)

Após dez anos presa acusada de matar e esquartejar o marido, Elize Matsunaga, teve a liberdade condicional concedida nesta segunda-feira, dia 30.

 

A técnica de enfermagem foi condenada a 19 anos e 11 meses de prisão, mas após confessar o crime, teve a pena reduzida para 16 anos e três meses pelo Superior Tribunal de Justiça, em 2019.

 

O caso ocorreu em maio de 2012, quando Elize atirou contra o marido, Marcos Matsunaga, então proprietário do grupo Yoki, no apartamento em que o casal morava com a filha, em São Paulo.

 

Após atirar, a mulher esquartejou o corpo do homem e dividiu em sete partes, ensacou, colocou em malas e espalhou o cadáver em uma área na região de Cotia (SP).

 

Com a decisão, a acusada cumprirá o restante da pena em liberdade.  

Elize Matsunaga ficou presa por dez anos após matar e esquartejar o marido (Foto: Reprodução/Netflix)

Autobiografia

 

Em junho do ano passado, Elize deu a primeira entrevista sobre o assunto, no documentário “Elize Matsunaga: era uma vez um crime”, além de ter escrito uma autobiografia dentro da prisão “Piquenique no Inferno”.

 

Nos trechos do livro, Elize fala do amor pela filha e do desejo que tem de reencontrá-la.  A guarda da menina, hoje com 11 anos, está com os avós paternos. 

 

A família, porém, impede que a mãe tenha qualquer tipo de notícia da filha desde o crime, para evitar que Elize possa tentar algum contato com a criança. Há até mesmo um processo que tramita na Vara da Família, que solicita alteração do nome da menina no registro civil.

 

Durante o período de reclusão, Elize aprendeu sobre corte e costura e disse que pretende abrir uma empresa de roupas para pets no futuro.


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