Após passar de 100 mil mortos por Covid-19, Brasil atinge a marca de três milhões de infectados

País conta 100.546 óbitos registrados e 3.013.902 diagnósticos de Covid-19

Por Oeste Mais

09/08/2020 08h37 - Atualizado em 09/08/2020 08h37



O Brasil tem 100.546 mortes por coronavírus confirmadas até às 8 horas deste domingo, dia 9, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

 

Desde o balanço das 20 horas deste sábado, dia 8, dois estados atualizaram seus dados: Goiás e Roraima.

 

Veja os números atualizados:

 

▪ 100.546 mortes confirmadas;

 

▪ 3.013.902 casos confirmados.

 

No sábado, às 20 horas, o balanço indicou: 100.543 mortes, 841 em 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos sete dias foi de 990 óbitos, uma variação de -8% em relação aos dados registrados em 14 dias.

 

Sobre os infectados, eram 3.013.369 brasileiros com o novo coronavírus, 46.305 confirmados no último período. A média móvel de casos foi de 43.499 por dia, uma variação de -5% em relação aos casos registrados em 14 dias.

 

Progressão até 8 de agosto

 

No total, quatro estados apresentaram alta de mortes: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

 

Em relação à última sexta-feira, dia 7, Roraima estava com a média de óbitos em estabilidade e, hoje, está em queda. Pernambuco passou de queda para estabilidade e Rio Grande do Norte passou de alta de casos para estabilidade.

 

Estados

 

▪ Subindo: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

▪ Em estabilidade: São Paulo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Acre, Amazonas, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

▪ Em queda: Espirito Santo, Rio de Janeiro, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Sergipe.

▪ Não atualizou os dados: Paraná.

 

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos sete dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Com informações do G1


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